"No Brasil, a cada 4 minutos uma mulher é agredida."
(Sinan / Ministério da Saúde, 2018)

A NAMI é uma Rede de Mulheres que usa as Artes para Promover os Nossos Direitos.

A Rede Nami é uma ONG formada por mulheres, de direito privado, sem fins lucrativos, e tem como principal finalidade o uso da arte como veículo de transformação cultural positiva através da promoção dos direitos das mulheres em específico pelo fim da violência doméstica. Surgiu em 2010, registrando-se formalmente em 2012, pelo desejo de sua fundadora, Panmela Castro, em contribuir para o fim da violência contra a mulher e fomentar o protagonismo de mulheres nas artes.  

Lutamos pela equidade de gênero por uma sociedade sem violência contra mulheres.

Foto: Panmela Castro, fundadora e presidente da Rede NAMI.

Em 2004, Panmela Castro foi espancada e mantida em cárcere privado por uma semana por seu companheiro. Ao ser resgatada por sua mãe, irmã e madrinha, logo foi à delegacia da mulher denunciar, porém, naquela época não existia Lei Maria da Penha e violência doméstica era um crime considerado de menor potencial ofensivo. Nada aconteceu.

Através do graffiti, retomou sua vida e quando a Lei Maria da Penha foi aprovada, em 2006, iniciou um trabalho para ajudar na promoção desta lei que foi criada para proteger às mulheres do mesmo tipo de violência pela qual foi vitimada. Desenvolveu uma metodologia especial para usar o graffiti como ferramenta de comunicação sobre a Lei e finalmente em 2008 realizou o projeto Grafiteiras pela Lei Maria da Penha, pela organização de direitos Humanos da baixada Fluminense ComCausa.

Em 2010, depois de ser homenageada pelo Vital Voices Global Leadership Awards criado pela organização fundada pela, até então primeira dama dos Estados Unidos, Hillary Clinton, percebeu o quanto importante era seu trabalho e decidiu fundar sua própria organização: A Rede NAMI.

 

Nossa missão é multiplicar o empoderamento de mulheres sobre os seus direitos através das artes urbanas.
Nossos Valores:

Repeito à Diversidade

Respeito à diversidade cultural, étnica, racial, de classe, orientação sexual, identidade de gênero e regional. 

Laicidade e independência partitária

Independência de princípios religiosos e partidos políticos.

Justiça Social

Reconhecimento da necessidade da redistribuição dos recursos e riquezas produzidas pela sociedade na busca da superação da desigualdade social.

Participação e Controle

Garantia de participação das mulheres integrantes da Rede na formulação, implementação, avaliação e controle das políticas e ações da organização.

Equidade

Exigência do acesso de todas as pessoas aos direitos humanos, que devem ser garantidos também por ações específicas e afirmativas voltadas a grupos historicamente discriminados.

Transparência

Cumprimento aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência, com transparência nas ações da Rede.

Autonomia das Mulheres

Exercício do direito à decisão das mulheres sobre suas vidas, corpos e comunidades, rompendo com o legado histórico de opressão por gênero e com os ciclos de subordinação que constrangem suas vidas.

Direção:
Panmela Castro
Presidente
Artha Baptista
Diretora Executiva
 
Equipe:

Maybel Sulamita
Coordenadora de comunicação

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Priscila Rooxo
Oficineira e Assistente de Projetos

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Gabriela Lirio
Analista de Mídias

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Fernanda Carvalho
Assistente Administrativo-financeiro

Conselho:
Tamy Reis
Lais Amorim
Jandira Queiroz
Marina Teixeira
Pâmela Carvalho
Giselle Arruda
Mariana Goulart
Gisele Netto
Adriana Mota
Sandra Pragana