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Agrippina R. Manhattan e sua obra no #MuseuNAMI

March 27, 2019

O mês de março marca o Dia Internacional das Mulheres, a data conhecida por seu caráter simbólico , como o tempo vem ganhando novos contornos, e hoje tem sido lembrada como um dia para abordar o histórico de luta das mulheres por dignidade e igualdade. 

 

Com o objetivo de discutir as relações de gênero e opressão que as mulheres vivenciam em seu dia-a- dia, a Rede Nami teve o prazer de convidar a artista visual Agrippina R. Manhattan para desenvolver uma obra no circuito de pinturas do Museu Vivo NAMI da Tavares Bastos no dia 23 de março.


 

 

Agrippina R. Manhattan, tem 21 anos, é artista visual, pesquisadora e travesti. Atualmente é graduanda em História da Arte na Escola de Belas Artes - UFRJ, e também é ex-aluna da escola de artes visuais do parque Lage. Suas obras e pesquisas pensam sobre questões relativas a subjetividades, arte conceitual como estratégia, palavra e práticas colaborativas. 

 

Sua pintura no Museu Vivo Nam buscou discutir a violência e o medo presente na vida de todas as mulheres. A obra foi inspirada pela frase “Um amor impossível” do quadro de Rubens Gerchman, que retratava a notícia de uma mulher de 18 anos morta por seu parceiro. Através desse tema Agrippina discuti a idealização do amor romântico, a violência de gênero, e a impossibilidade de corpos fora do padrão serem amados. 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para Agrippina o medo da violência pode unir grupos marginalizados pela sociedade, transformando esse medo em força para lutar por seus direitos.  

 

 

Confira o resultado final:

 

 

 

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