CONTATO >

T: (21) 2285.4299

F: (21) 99831.0939

E: taligado@redenami.com

Assine nossa newsletter e fique por dentro!

© 2018 por Rede NAMI.

Rua Tavares Bastos, 283, casa 2, Catete, Rio de Janeiro.

"A NAMI é uma rede de mulheres

que usa as artes urbanas

para promover

os nossos direitos"

Lourdes Tucuna e sua obra no #MuseuNAMI

April 18, 2019

 

Lourdes Tucuna, mais conhecida como Lola,  é uma artista plástica, muralista e grafiteira argentina. Em passagem pelo Brasil, no dia  06 de abril, Lola esteve no Museu Vivo NAMI para desenvolver uma obra no circuito de pinturas da Tavares Bastos. 

As obras de Lola possuem diversas influências, principalmente o estilo soviético, que se caracteriza pelos rostos angulados e não realistas, porém, a artista busca mesclar esse estilo com uma estética mais urbana, que registre sua marca pessoal. Suas principais referências utilizadas são imagens históricas que retratam a classe trabalhadora  e a luta das mulheres por seus direitos na América Latina. 

 

 

Em sua obra no Museu Vivo NAMI, Lola representou a ativista feminista norte-americana Angela Davis, uma  das mais conhecidas defensoras dos direitos dos negros nos Estados Unidos, que ganhou notoriedade mundial a partir da década de 70, principalmente por sua participação no Partido dos Panteras Negras e na luta pelos direitos civis . A figura de Angela Davis, passou a representar um símbolo de empoderamento negro, luta antirracista e feminista em todo mundo.

 

 

Para artista a obra também faz referência aos "lenços verdes" das integrantes da Campanha Nacional pelo Direito ao aborto legal, seguro e gratuito na Argentina, movimento que no ano de 2018 colocou em pauta no congresso as discussões sobre a legalização do aborto no país, e acabou sendo rejeitado.  Através da cor da blusa do desenho, Lola observa a importância da independência dos corpos das mulheres, a descriminalização do aborto e a resistência contra setores conservadores da sociedade.  

 

De acordo com Lola, cada vez mais é necessário que o racismo seja discutido em toda América Latina, para que mulheres negras deixem de ser invisibilizadas e excluídas, e tomem cada vez mais consciência de seus direitos e de sua própria negritude.

 

Confira o resultado final:

 

 

 

 

 







 

Please reload

Please reload

Please reload

Please reload