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"A NAMI é uma rede de mulheres

que usa as artes urbanas

para promover

os nossos direitos"

Projeto #Afrografiteiras + Open Studio Panmela Castro

June 12, 2019

 

No último sábado na Rede NAMI tivemos muitas atividades, o dia começou com a turma Pérola Negra do projeto #Afrografiteiras tendo sua primeira oficina de muro com a oficineira Priscila Rooxo. As participantes aprenderam como utilizar o spray, técnicas para traços finos e grossos, degradê de cores, efeitos de sombra e luz, e no final também aplicaram stencils das Tags  produzidas na última oficina.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ainda no sábado pela manhã, nossa fundadora e presidenta Panmela Castro realizou um Open Studio para o lançamento do seu Catálogo 2017-2019. O evento foi um momento onde as pessoas puderam conversar com a Panmela, conhecer parte dos seus processos criativos, adquirir obras e conhecer o ateliê da artista. Além disso, 50% do valor das vendas foi revertido para os projetos de direitos das mulheres da Rede NAMI.

 

 

 

Junto a programação do Open Studio fizemos uma visita mediada ao Museu Vivo NAMI. Nosso museu à céu aberto está localizado na Comunidade Tavares Bastos, e propõe a ideia de uma arte decolonial, ou seja, uma arte que reconstrói histórias silenciadas, subjetividades reprimidas, linguagens e conhecimentos considerados como inferiores. As pinturas no museu acontecem desde 2013, e hoje já contamos com murais de mais de cem artistas nacionais e internacionais.

 

Na parte da tarde a turma do Museu da República/MAM do projeto #Afrografiteiras teve sua primeira palestra, na programação além das oficinas práticas de graffite, as participantes assistem palestras com especialistas sobre diversos temas, como: a história do povo negro, história das mulheres, feminismo negro, autocuidado e direitos sexuais e reprodutivos. A palestrante do dia foi a historiadora Rosália Romão que falou sobre a história das mulheres e do feminismo ao longo tempo, e também da construção do feminismo negro. As meninas puderam ler textos de algumas intelectuais negras, como Lélia Gonzalez, bell hooks, Maya Angelou e Audre Lorde. 

 

Foi muita coisa pra um dia só né? Então fiquem ligados nas nossas redes sociais pra não perder nada.

 

 

 

 

 

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