Grupo de Acompanhamento: Edzita SigoViva

September 27, 2019

Em abril deste ano a Rede NAMI abriu convocatória para que mulheres artistas não-brancas, e que possuíssem relação/empatia com as temáticas abordadas pela NAMI participassem da seleção para Grupo de Acompanhamento, direcionado para arte contemporânea, com a curadoria de Keyna Eleison. Foram 8 encontros onde as participantes apresentaram seus trabalhos de arte contemporânea que foram analisados e debatidos pelo grupo, indicando referências de outros artistas e bibliografias acerca da pesquisa. Após os encontros as artistas prepararam um projeto de obra, que será parte da exposição “Sob a Potência da Presença” a partir do dia 15 de novembro no Museu da República. 

 

Uma das artistas que estará presente na exposição é Edzita SigoViva. Edzita, 1982, São Paulo- Várzea, se define enquanto tia-mãe, sertaneja, bordadeira, costureira, educadora e artista com interesses interdisciplinares de criação com fotografia, escrita poética, feminismos, saberes ancestrais, arte têxtil e ação performativa. É comunicadora Social e Mestre em Ciências Sociais pela UFRN com pesquisa sobre cinema, literatura e infância que resultou na publicação do livro "Miguilins no sertão da cabaça azul" em 2013.

 

Edzita SigoViva

 

 

Também é Terapeuta Moon Mother pela WombBlessing® e Doula da Menstruação, com um trabalho de acompanhamento terapêutico-artístico para vivência da menstruação como uma herança espiritual, que nos recorda do poder de sangrar como mulheres para criarmos o que queremos que vingue e floresça na Terra. Edzita também é facilitadora da roda de bordado político #EmTodaMulherLatejaUmVerbo e da roda Feituras de Mulher, onde promove a experiência do fazer com as mãos como medicina feminina, visitando espaços de partilha e autoconhecimento que vibram em sintonia com a escuta e sanação dos úteros na Terra Mãe.  

Sangro e Curo, 2019 - Fotoperformance - Registro: Catharina Lessa

 

Realiza também o projeto itinerante Voz de Ventres, um espaço de escuta, acolhimento e partilhas de mulheres com seus úteros. O projeto que já foi realizado no Fluxo Festival (Aracaju-SE), e em vivências de círculos de mulheres em comunidades do sertão da Paraíba, Pernambuco e Ceará, em Urubamba e Cusco no Peru, durante o V Encuentro de Mujeres de Sabiduría Andina (Comunidad Amalai). 

 

Mulher-Novelo, 2017 - Fotoperformance - Registro : Luisa Medeiros

 

Outro projeto que participou foi o Entrelace, onde usa uma abordagem criativa com costura livre a partir da reciclagem de tecidos de estofados e banner; o projeto já esteve na Escola Curtindo o Coração, atuando como educadora do ateliê de arte-tecelagem; e no Lahu – projeto educativo com foco no brincar livre, abordagem terapêutica baseada no Eneagrama.

 

Ceiba de Cor, 2013

 

Já participou com a obra de arte têxtil "Ceiba de Cor" na Exposição História das Cores (2013) durante o Primeiro Festival de Ilustração e Literatura da Bahia, em Salvador-BA, da videoarte coletiva “A Mulher e o Fim do Mundo” (2017) pelo Duas Estúdio, em Natal-RN, do Festival WoW/RJ na programação do Mercado Delas, em 2018 no Rio de Janeiro.

 

Para conhecer mais sobre o trabalho da artista, acesse: @sigo.viva

 

 

 

 

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