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Grupo de Acompanhamento: Joyce Candeia

October 18, 2019

 

Estamos há menos de um mês da abertura da exposição Sob a Potência da Presença do grupo de Acompanhamento em Arte Contemporânea da Rede NAMI. A exposição será o resultado de oito encontros presenciais realizados no Museu da República e na Residência Artística Capacete, onde mulheres artistas não-brancas que possuem relação/empatia com as temáticas abordadas pela NAMI, puderam discutir seus trabalhos de arte contemporânea com a curadora Keyna Eleison. Com a proximidade da exposição, a cada semana postaremos matérias especiais sobre as artistas participantes. 

 

Joyce Candeia

 

Joyce Candeia é artista-multidisciplinar, desenhista, pintora, escultora, gravadora, grafiteira, circense, costureira e tecelã. Graduanda em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes (UFRJ), e modelista e costureira pela ESCA Escola de Moda, a artista atualmente também participa do projeto AfroGrafiteiras da Rede NAMI. 

 

Joyce Candeia 

 

 

Para Joyce a arte é uma ferramenta de confronto, sejam esses pessoais ou sociais, que pode discutir e modificar estruturas injustas e desiguais que formam e mantém nossa sociedade. Dessa forma, a artista busca através de pinturas, esculturas, gravuras, vestimentas entre outras formas de arte, obras que de alguma forma denunciem tais questões, voltando-se principalmente para as pautas da negritude, a busca pela ancestralidade e das causas sociais.

 

Entre as exposições que já participou estão a Exposição Coletiva Área Interditada: Lembrar para não esquecer, realizada na Quinta da Boa Vista, e a exposição coletiva (IN) tolerâncias às margens na Galeria Phábrika, ambas no ano de 2019. 

 

 Resgate Ancestral, 2019. 

 

 

Atualmente Joyce também desenvolve um projeto chamado ILUSTRAFRO, que tem como proposta ser um instrumento de ressignificação, empoderamento e defesa dos direitos humanos, fortalecendo a representatividade e autoestima através da desconstrução de estigmas de raça, gênero, classe e religião, dentro de comunidades, periferias e favelas.  A ideia é trabalhar através da mimese, a inviabilização social, com a criação de espaços de fala de cada indivíduo, que os tornem visíveis e reconhecíveis em sua dignidade e diferença; visando assim expressar a realidade vivenciada pelas minorias como a repressão, o distanciamento, a marginalização e a truculência militar, que fazem parte da luta diária de determinados grupos.

 

 Desgoverno, 2019.

 

 

Para conhecer mais sobre o projeto ILUSTRAFO, acesse: @ilustrafro

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